A utilização de câmeras no lugar de sensores em condomínios

Em muitos condomínios, podemos dividir a proteção em áreas. São elas:

  1. Do muro para fora
  2. Do muro para dentro
  3. Dentro das instalações

E como proteger um prédio que não possui muros? Esse é o caso de vários “blocos” de Brasília, que por razões arquitetônicas e de tombamento histórico não possuem muros, além de possuir “pilotis” livres para trânsito de pedestres.

Como proteger uma área aberta? Como colocar sensores para funcionarem de forma eficiente em áreas 24h abertas ao público?

É nesse contexto que surgem as câmeras com análise de vídeo.

A partir desse momento as câmeras saem da função básica de gravar e visualizar imagens e começam a interagir com o usuário de forma inteligente. São várias as possibilidades, sendo a principal delas:

  • Linha Virtual
  • Cerca Virtual

Linha Virtual: Nela pode-se definir uma linha na imagem. Toda vez que uma pessoa atravessar a linha no sentido marcado será gerada uma ação para o usuário do sistema (porteiro ou síndico). Dessa forma é possível por exemplo ser avisado sempre que alguém entra no condomínio, mas não ser avisado quando sai. Uma utilização muito útil dessa função é a criação de uma linha entre o pilotis e o primeiro pavimento, que gera alertas sempre que um suspeito estiver subindo no condomínio pelo lado externo.

Cerca Virtual: Já com a cerca virtual o alerta é gerado sempre que uma pessoa entrar em uma área restrita, independente do sentido de movimentação.

Por fim, para deixar o sistema mais interativo, é possível criar áreas com iluminação e sonorização acionados a partir do evento de análise de vídeo. Essa é uma forma de inibir de imediato qualquer ação mal intencionada.

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